sábado, 12 de dezembro de 2015

114 – A lenda do pianista do mar (La legenda del pianista Sull´oceano) – Itália (1998)


Direção: Giuseppe Tornatore
Um garoto nasce em pleno alto-mar, ganhando o nome do ano em que nasceu: 1900. A criança cresce num mundo encantado de fortes ventos tempestuosos e cobertas balançando, conhecendo toda a existência disponível a seu toque nos confins do transatlântico em que nasceu. Já crescido, seu talento natural no piano chama a atenção da lenda do jazz Jelly Roll Morton, que sobe a bordo para desafiar 1900 para um duelo. Indiferente com sua súbita notoriedade, 1900 mantém uma fixação pelo mar, sendo sempre seduzido pelos sons do oceano.



E no meio de tanta tragédia acontecendo no mundo, filmes como esse faz renovar a esperança na humanidade. Se um ser humano foi capaz de produzir uma obra tão bonita como essa, carregado de sensibilidade e emoção, é porque nem tudo tá perdido.


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5 comentários:

  1. Adoro esse filme! A inocência da personagem principal é tocante, e aquele "confronto" que ele tem a meio do filme é genial.

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  2. Olá Az tudo bom?
    Filme encantador mesmo. Concordo com o Alucard ( será do Castlevania?) o confronto é épico. A cena da gravação do disco, a meu ver, é uma aula de fotografia, de como a intenção e o efeito da técnica se dissipa e que fica é a delicadeza da cena quase quadro a quadro.
    Oxalá que nem tudo tá perdido, a humanidade só não sabe de onde vem para onde vai rsrsrs, como passageiros dessa humana nave, o que acaba importando é o que fazemos nesse intervalo para passar o tempo, e é nosso o cuidado para que não percamos a capacidade de nos permitir se deixar sensibilizar, e talvez, seja parte do que é felicidade perceber que tem muita gente fazendo muita coisa linda, em meio a tanta coisa feia. Tornatore fez uma obra de arte, e nós, cinéfilos de plantão, cuidemos para que não caia no esquecimento. Parabéns pela postagem e por disponibilizar filmes tão bons. Agora, o meu tempo... Esse ta perdido e fora de domínio.
    Abraço
    Soli

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    1. Meu tempo também está cada vez mais perdido. A fé na humanidade oscilando. O que seria de nossas vidas sem o cinema e sem pessoas como Tornatore e cia para nos humanizar, num mundo que faz de tudo para que percamos a ternura.
      forte abraço!
      Az

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  3. O filme é ótimo, mas a caracterização de Jerly Roll é ridícula! Quase racista. Parece feita apenas para contrastar com o pianista branco bonzinho.

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