quinta-feira, 28 de maio de 2015

49 – Gato preto, gato branco (Crna Macka, Beli Macor) – Iugoslávia (1998)



Direção: Emir Kusturica
Era uma vez uma comunidade de exuberantes ciganos. Dois avós que julgavam estarem mortos, dois jovens apaixonados, uma senhora que queria vender a filha, um rapaz gorducho, um comboio roubado e desaparecido, um burro, um porco, dois gatos e uma fanfarra suspensa na árvore.


Um Kusturica tipicamente bizarro. Com personagens, bichos e situações bizarras, que representam com humor e ironia a cultura cigana que é marca do diretor.

Um dos filmes mais elogiados de sua filmografia, que tem amor, tem morte, vilão, mocinhos. Enfim, tem tudo que um filme clichê pede. A única diferença é que ele é feito por Kusturica. E isso faz toooooda a diferença. 


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4 comentários:

  1. Olá Az, tudo bom?
    Mais um diretor da lista dos que sou fã, Kusturica surpreende pelo inusitado de seus filmes, ele faz um cinema crítico e simbólico, como poucos sabem fazer. Sua participação em 7 dias em Havana foi uma das mais belas criticas indiretas as hipocrisias do cinema e de certo tipo de visitante que vai Cuba, fazendo uma bonita homenagem à cultura e ao povo cubano, os dignos merecedores do troféu. Underground, sem comentários, é uma saga, com tantos retalhos que, eu (rsrsrs) me perdia nos seus detalhes. Ele é um diretor que brinca com a estética do locupleto (rsrsrs a palavra é a cara dele) caos, em seus cenários tudo cabe, a mim parece que tudo está beirando o improviso. Seus figurantes, quase sempre, “encharcados de bebida” vão fazendo suas aparições encenadas como se fosse apenas para ficar registradas pelos variados e distintos sentimentos que podem provocar, o contexto é coadjuvante e os seus planos se alternam, assim como o olhar de quem com disfarçada atenção olha o padre e a missa, só para estar ligado em tudo que ocorre.
    Enfim... ufa, ainda bemm que nem vai parecer longo esse comentário
    Penso que somente o improviso treinado, que ultrapassa a técnica e o muito ensaio, pode dar conta de condensar a energia surreal, quase antropofágica, que brota quando se misturam a diversidades das gentes e a variedade das artes. Ele faz, e ainda consegue com que isso se transforme em uma marca.
    O jeito Kusturica de comover, me faz lembrar Tom Zé.
    Abraços
    Soli

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    1. Diante de um comentário desses, nada mais a declarar... :)
      Sou suspeito, vi Underground e me apaixonei por Kusturica. Por tudo isso que você descreveu e pelo sorriso largo que ele me tira em cada filme.
      grande abraço, Soli!!

      Az

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  2. Seu blog é mto bom, mas não consigo baixar. Essa página abre ao clicar nos links, http://www20.zippyshare.com/v/zQQmqfkB/file.html
    mas e daí não consigo. Me ajude aí. Obrigado!

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  3. Olá! Sim, o link redireciona para essa página, que é onde o link está hospedado. Pra baixar, basta clicar em "Download Now". É possível que, ao clicar, abra outra página de spam... daí é só clicar de novo em "Download Now" que o torrent do filme e a legenda serão baixados. Tenta agora, pra vê se consegue...
    abraço,
    Az

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