quinta-feira, 30 de abril de 2015

40 – Para atirar em um elefante (To shoot an Elephant) – Palestina (2009)


Direção: Mohammad Rujailah, Alberto Arce
Em 18 de janeiro de 2010 findou-se o primeiro aniversário do fim do bombardeio de Israel sobre Gaza - ataque que durou de 27 de dezembro de 2008 até 18 de janeiro de 2009 e que terminou com a vida de 1.412 palestinos.
O documentário To Shoot An Elephant, narra do interior da Faixa de Gaza, os acontecimentos durante aqueles dias. Convertido em narração direta e privilegiada dos bombardeios, quer ser ferramenta para fazer frente à propaganda israelense e ao silêncio internacional.


Um dos filmes mais duros que eu vi nos últimos tempos.

Algumas situações são simplesmente inacreditáveis.


Se fosse pra resumir em uma palavra: crueldade.


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terça-feira, 28 de abril de 2015

39 – Waking Life (Waking Life) – Estados Unidos (2001)


Direção: Richard Linklater
Após não conseguir acordar de um sonho, um jovem passa a encontrar pessoas da vida real em seu mundo imaginário, com quem têm longas conversas sobre os vários estados da consciência humana e discussões filosóficas e religiosas.


É muito existencialismo para um domingo chuvoso.

Waking Life é um dos clássicos “cult” contemporâneos. Com uma estética que caiu muito bem ao filme.

A obra, em si, lhe convida a entrar dentro dela. A viajar. Pensar. Refletir.

E, sobretudo, sonhar.

A submersão filosófica lhe leva longe. E o mais tenso é se ver concordando com quase todas as teorias apresentadas. Até chegar a um nível de confusão mental tamanha, que o melhor a ser feito é ver as horas, desligar o interruptor e ir lavar a louça.


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segunda-feira, 27 de abril de 2015

38 – Lúcia de B. (Lúcia de B.) – Holanda (2014)

Direção: Paula van der Oest
Um suspense, baseado em um dos casos judiciais mais controversos da Holanda. Lucia, uma enfermeira é supostamente acusada de ter matado pelo menos sete pacientes bebês e idosos.


O “anjo da morte”. Assim a imprensa holandesa batizou a enfermeira Lucia de Berk, acusada de diversos assassinatos, sobretudo crianças, nos hospitais em que trabalhou.

Lucia foi acusada pela Justiça, condenada pela mídia nacional e sentenciada pela sociedade.

A cineasta Paula van der Oest reconstituiu essa trama, que se tornou uma das mais polêmicas da história da Holanda.

O resultado é um suspense de tribunal que faz custar a acreditar que os fatos não foram apenas ficcionais. 



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domingo, 26 de abril de 2015

37 – Diamante Bruto (idem) – Brasil (1977)


Direção: Orlando Senna
Lençóis é uma pequena cidade na Chapada Diamantina, no estado da Bahia, devastada após a decadência do garimpo de diamantes. A miséria dos garimpeiros é o comando da vida no local. Após vinte anos de sua partida, volta à cidade o astro de TV José de Castro, e reencontra Bugrinha, seu amor de infância. Além da paixão vivida com Bugrinha, José mantém encontros amorosos com Rita, mulher do matador Tibúrcio, e acaba por se envolver com os problemas da desvalida população.


Jóia rara do cinema baiano.

O dia em que Orlando Senna levou José Wilker para conhecer a bela Lençóis, no coração da Chapada Diamantina. E, com Lençóis, suas cachoeiras, vilarejos e moradores, que viveram o apogeu da extração de diamantes, mas que em 1977 já estavam em decadência.

Para quem se interessa pelo cinema nacional, uma ótima pedida.

Para quem quer conhecer Lençóis, eu mais que recomendo. De preferência em outubro, quando acontece o Festival de Inverno. Aliás, toda a Chapada é um universo cinematograficamente belo e que vale à pena visitar.


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sexta-feira, 24 de abril de 2015

36 – Pacto Sinistro (Strangers on a train) – Estados Unidos (1951)


Direção: Alfred Hitchcock
Guy Haines, um tenista profissional, tem a oportunidade de conhecer Bruno Antony, um rico perdulário, em um trem. Tendo lido tudo sobre Guy, Bruno está sabendo que o jogador de tênis tem um casamento infeliz com Miriam e foi visto na companhia de Anne Morton, a filha de um senador. Inoportunamente, Bruno revela para Guy que sempre odiou seu pai e, em seguida, lhe propõe um acordo sinistro.


Hitchcock Patricia Higsmith (autora do romance homônimo que deu origem ao filme) para pensar num argumento desses. Um roteiro muito bem elaborado, apesar de ter um final que deixa a desejar.

Em alguns momentos, faz lembrar “Cabo do Medo” de Scorsese, com seu personagem psicopata que faz o espectador não saber como tudo vai terminar.

Mais um ótimo suspense do mestre, com algumas seqüências memoráveis.


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quarta-feira, 22 de abril de 2015

35 – A estrada da vida (La Strada) – Itália (1954)


Direção: Federico Fellini
Gelsomina é vendida por sua mãe para Zampanò. Ambos não têm nada em comum: o jeito ingênuo e humilde da jovem é o oposto da rudeza de Zampanò, um artista mambembe.


Difícil eleger, mas arrisco dizer que em A Estrada, Giulietta Masina fez a sua melhor atuação no cinema. Quem não era apaixonado por ela, não teria como ficar indiferente diante dessa perfeita atuação.

Ela é o filme.

A ingenuidade, sofrimento, amargura e indulgência da personagem são o que vão construindo a narrativa. A história segue de acordo com a estrada de Giulietta e sua personagem. É a dureza da vida transmitida de uma forma tão bela.


Mais um chapéu tirado para Fellini e Giulietta!


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segunda-feira, 20 de abril de 2015

34 – Munna Bhai M.B.S.S. (Munnabhai M.B.S.S.) – Índia (2003)


Direção: Rajkumar Hirani
Musical de Bollywood que fez um tremendo sucesso comercial na Índia. Conta as peripécias de um bandido (Sanjay Dutt) que se prepara para realizar o sonho de seu pai: se formar como médico.


Good moooooooornig, Munnabhai.

Primeiro filme, que teve Siga em frente, Munna Bhai na sequência.

O segundo é infinitamente melhor que o primeiro. Pelas músicas e danças, pelo enredo, pelas cenas cômicas. Enfim, por tudo.

Mas Munnabhai M.B.S.S. também tem o seu valor. Distrai, diverte e até faz refletir. O filme discute valores e métodos, numa sociedade cada vez mais desumanizada, a partir das ações do protagonista, um bandido carismático e solidário.

É mais uma obra de Bolywood que vale à pena conferir.


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sexta-feira, 17 de abril de 2015

33 – A despedida (Proshchanie) – União Soviética (1983)


Direção: Elem Klimov
A população de uma pequena ilha no interior da União Soviética vê os últimos dia de seu lares quando uma represa é contruida e o local será inundado.



Simplesmente incrível.

A sensibilidade de Klimov consegue construir personagens, captar imagens e movimentar a câmera de uma forma única, que transmite a singularidade de algo que é tão genérico.

Uma população se despedindo de sua vila, que será inundada por uma hidroelétrica. Poderia ser filmado no nordeste brasileiro. Cantado por Luiz Gonzaga. E, no entanto, lá da Rússia, Klimov consegue falar disso, de uma forma lúdica, artística e, ao mesmo tempo, totalmente acessível para quem assiste.

Mais uma bela e forte obra de Klimov!


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quarta-feira, 15 de abril de 2015

32 – Relatos Selvagens (Relatos Salvajes) – Argentina (2014)


Direção: Damián Szifron
Diante de uma realidade crua e imprevisível, os personagens deste filme caminham sobre a linha tênue que separa a civilização da barbárie. São seis episódios com pessoas vivendo situações-limite e respondendo violenta e inesperadamente a elas: uma traição amorosa, o retorno do passado, uma tragédia ou mesmo a violência de um pequeno detalhe cotidiano são capazes de empurrar estes personagens para um lugar fora de controle.

Mais um bom filme argentino. Que, só pra variar, tem Darín. Uma ótima produção, que consegue realizar uma obra transnacional, que dialoga com outras sociedades e outros seres humanos.

Um humor mórbido que passa pelas loucuras do nosso dia-a-dia, que faz com que a gente tenha vontade de matar o motorista da esquina, o burocrata do DETRAN, ou a apresentadora do telejornal.

Um humor mórbido que passa pela essência humana, que faz com que a gente tenha vontade de matar a ex do seu namorado, o cara que põe ketchup no macarrão, ou a apresentadora do telejornal.

O bom é que em Relatos Selvagens eles e elas morrem e a gente acha graça.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

31 – Utopia e Barbárie (idem) – Brasil (2009)


Direção: Silvio Tendler
Retrata e interpreta o mundo pós-segunda guerra mundial e suas transformações; as utopias que nele foram criadas e as barbáries que o pontuaram. Descreve o desmonte das utopias da geração sonhadora de 1968 e analisa a criação de novas utopias neste mundo globalizado.


Economize algumas aulas de geografia política, assistindo a esse filme. Um apanhado das barbáries que levaram às utopias no século XX. E das utopias que levaram à barbárie. E do que herdamos, o que precisamos fazer, e os erros que não podemos mais cometer.


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quarta-feira, 8 de abril de 2015

10 (melhores) diretores da Alemanha

O cinema alemão, um dos mais importantes do mundo, que apresentou à história duas grandes escolas: o Expressionismo e o Novo Cinema Alemão. Escolas que contribuíram para a construção técnica, estética e narrativa do cinema mundial. Por isso, filtrar 10 grandes diretores já esbarra no critério temporal: como aliar nomes da década de 1920, 1960 e do período atual? Assim, como toda lista, essa também é imperfeita, injusta, mas tenta mesclar bons diretores de diferentes gerações. Ficam de fora importantes nomes como Volker Schlöndorff, Oliver Hirschbiegel, Wolfgang Petersen, Wolfgang Becker e Uli Edel.

No entanto, dos 10 listados, ótimos nomes. Alguns fundamentais para a filmografia mundial, enquanto que outros com uma carreira curta, porém promissora. Uma mescla de diretores clássicos e contemporâneos.

1. Fritz Lang
O merecido primeiro lugar do cinema alemão vai para um... austríaco! Apesar de ter nascido na Áustria, o gênio do expressionismo construiu boa parte de sua carreira na Alemanha, até ter que fugir para Paris, por se recusar a dirigir filmes nazistas. Em seguida, nos Estados Unidos, realizou diversas outras obras. Mas foram suas primeiras produções que cravaram seu nome na história mundial. Em destaque, Metrópolis, O testamento do Dr. Mabuse e M – o vampiro de Dusseldorf.




2. Wim Wenders
Para amar, ou para se entediar. Wim Wenders divide opiniões. Alguns podem considerá-lo um dos gênios contemporâneos do cinema alemão. Outros, um dos mais chatos. O inegável é que ele é um nome indispensável na filmografia do cinema alemão e referência mundial. É dele o fraco O medo do goleiro diante do pênalti, o péssimo O hotel de um milhão de dólares, os interessantes Tokyo Ga e O céu de Lisboa, além dos geniais Asas do Desejo, Buena Vista Social Club e Paris, Texas.




3. F. W. Murnau
Outra figura emblemática do expressionismo alemão e um dos maiores diretores do mundo. Seus personagens bizarros, sua narrativa tensa e suas experiências estéticas são heranças deixadas para a história do cinema. É dele obras consagradas, como Nosferatu, Fausto e Aurora.







4. Werner Herzog
Detentor de uma das filmografias mais extensas do cinema alemão, Herzog também se destaca por ser um dos mais ecléticos. Diretor de épicos como Aguirre e Fritzcarraldo, o cineasta também já rodou premiados documentários. É uma figura surpreendente, que presenteia o cinema mundial a cada nova obra.






5. Rainer Werner Fassbinder
Nome fundamental do cinema alemão, que soube traçar um perfil de sua sociedade em diversas épocas. Há quem diga que para entender a história da Alemanha, é necessário passar pelas obras de Rainer.









6. Tom Tykwer
O jovem diretor já possui uma carreira reconhecida. Trabalhando com temáticas diversas, Tom Tykwer será sempre lembrado pelo clássico moderno do cinema alemão: Corra, Lola, Corra. Seu filme mais assistido, no entanto, é a co-produção estadunidense Perfume – a história de um assassino.







7. Paul Leni
Foram apenas cinco filmes na carreira e dificilmente o nome de Paul Leni é encontrado nas listas de diretores alemães. No entanto, é justo destacar a importância do diretor não apenas para o cinema alemão, mas para o cinema mundial. Justamente, por ele ser um dos pioneiros, que experimentava fazer cinema quando o próprio cinema ainda engatinhava. É dele O gabinete das figuras de cera e O homem que ri.





8. Hans Weingartner
Nascido na Áustria, o diretor é uma das principais revelações do cinema alemão. São apenas quatro filmes em sua carreira, onde se destaca Edukators, produção que lhe projetou internacionalmente. Na seqüência ainda dirigiu obras premiadas, como Free Rainer e A Cabana.







9. Robert Wiene
Diretor de uma filmografia curta e muitas vezes ignorado quando se fala da história do cinema. No entanto, uma obra lhe torna merecedor de lembranças e referências: O gabinete do Dr. Caligari.








10. Fatih Akin

Apenas 41 anos e já um nome que se destaca como um dos melhores diretores alemães da nova geração. Fatih Akin se projetou com Contra a Parede, além do premiado Do outro lado. É dele, também, o curioso Soul Kitchen. Olho nele!

quarta-feira, 1 de abril de 2015

[ESPECIAL] Aniversário do blog: 70 filmes de diretoras brasileiras e estrangeiras


Hoje o 366filmesdeaz comemora três anos de vida. E segue vivendo tentando cumprir o seu maior objetivo: compartilhar cinema e cultura. Já foram mais de 200 mil downloads e mais de 700 mil visualizações. No ano passado, o aniversário coincidiu com a marca de 500 mil visualizações, e o presente escolhido foi uma postagem com a seleção de 500filmes brasileiros.

Esse ano, que o blog chegou na casa das 700 mil visualizações, resolvi postar um pacote de 70 filmes, 35 nacionais e 35 estrangeiros.

Mas essa postagem tem um detalhe especial. Todos os filmes são de diretoras mulheres. A pesquisa e seleção dessas diretoras e respectivas obras têm a finalidade de (re)conhecer a contribuição delas em um meio artístico e um mercado cinematográfico em que predominam diretores homens. São diretoras de diversas gerações e nacionalidades, filmes de variados gêneros e a certeza de que temos tantos talentos femininos quebrando barreiras, se impondo e abrindo espaços para quem vem depois.

Importante destacar a ausência de diretoras negras, o que revela a necessidade de se quebrar outras barreiras.

Portanto, para celebrar o terceiro aniversário do 366filmesdeaz – e a marca de 700 mil visualizações - o presente é um pacote com o torrent de 70 filmes, metade deles de diretoras brasileiras e a outra metade de diretoras estrangeiras.

Diretoras brasileiras:

A memória que me contam – Lúcia Murat (2013)
E além de tudo, me deixou mudo o violão – Anna Muylaert (2013)
Elena (doc) – Petra Costa (2012)
Revelando Sebastião Salgado (doc) – Betse de Paula (2012)
Histórias que só existem quando lembradas – Julia Murat (2011)
Hoje – Tata Amaral (2011)
Antes que o mundo acabe – Ana Luiza Azevedo (2010)
Doce Brasil holandês (doc) – Mônica Schmiedt (2010)
Luz nas trevas, a volta do bandido da Luz Vermelha – Helena Ignez (2010)
A falta que me faz (doc) – Marília Rocha (2009)
Hotel Atlântico – Suzana Amaral (2009)
Insolação – Daniela Thomas (2009)
Nasci para bailar – João Donato (doc) – Tetê Moraes (2009)
Sonhos Roubados – Sandra Werneck (2009)
Histórias Cruzadas (doc) – Ana Carolina (2008)
O aborto dos outros (doc) – Carla Gallo (2008)
A Via Láctea – Lina Chamie (2007)
Chega de Saudade – Laís Bodanzky (2007)
Iluminados (doc) – Cristina Leal (2007)
Memória para uso diário (doc) – Beth Formaggini (2007)
Mutum – Sandra Kogut (2007)
Person (doc) – Marina Person (2007)
Irmã Vap, o Retorno – Carla Camurati (2006)
Doutores da Alegria, o filme (doc) – Mara Mourão (2005)
Morro da Conceição (doc) – Cristiana Grumbach (2005)
Benjamin – Monique Gardenberg (2004)
Dom Hélder Câmara – o santo rebelde (doc) – Érika Bauer (2004)
Justiça (doc) – Maria Augusta Ramos (2004)
As alegres comadres – Leila Hipólito (2003)
Paulinho da Viola – meu tempo é hoje (doc) – Izabel Jaguaribe (2003)
Vida de Menina – Helena Solberg (2003)
Kenoma – Eliane Caffé (1998)
Erotique – Ana Maria Magalhães (1994)
Gaijin, os caminhos da Liberdade – Tizuka Yamasaki (1980)
O Ébrio – Gilda de Abreu (1946)

Diretoras Estrangeiras:

Hanna Arendt (Alemanha) – Margarethe von Trotta (2012)
Minha irmã (França) – Ursula Meyer (2012)
O verão de Skylab (França) – Julie Delpy (2011)
Precisamos falar sobre o Kevin (Inglaterra) – Lynne Ramsay (2011)
Tomboy (França) – Céline Sciamma (2011)
Coco antes do Chanel (França) – Anne Fontaine (2009)
Educação (Inglaterra) – Lone Scherfig (2009)
Coisas que perdemos pelo caminho (EUA) – Susanne Bier (2007)
Longe Dela (Canadá) – Sarah Polley (2007)
A culpa é do Fidel (França) – Julie Gavras (2006)
Nome de família (Índia) – Mira Nair (2006)
Madeinusa (Peru) – Claudia Llosa (2006)
Pequena Miss Sunshine (EUA) – Valerie Faris (2006)
Eu existo (Polônia) – Dorota Kedzierzawska (2005)
O mundo de Jack e Rose (EUA) – Rebecca Miller (2005)
Reis de Dogtown (EUA) – Catherine Hardwicke (2005)
Encontros e desencontros (EUA) – Sofia Coppola (2003)
Minha vida sem mim (Espanha) – Isabel Coixet (2003)
Frida (EUA) – Julie Taymor (2002)
Capitães de Abril (Portugal) – Maria de Medeiros (2000)
Tempo de espera (Tunísia) – Moufida Tlatli (2000)
Bom trabalho (França) – Claire Denis (1999)
Meninos não choram (EUA) – Kimberly Peirce (1999)
A maçã (Irã) – Samira Makhmalbaf (1998)
A excêntrica família de Antonia (Holanda) – Marleen Gorris (1995)
O jardim secreto (EUA) – Agnieszka Holland (1993)
O piano (Austrália) – Jane Campion (1993)
Tempo de despertar (EUA) - Penny Marshall (1990)
A escolhida (Alemanha) – Helma Sandes-Brahms (1981)
Jeanne Dielman (Bélgica) – Chantal Akerman (1976)
Pasqualine sete belezas (Itália) – Lina Wertmüller (1975)
O porteiro da noite (Itália) – Liliana Cavani (1974)
As pequenas margaridas (Tchecoslováquia) – Vera Chytilová (1966)
As duas faces da liberdade (França) – Agnés Varda (1965)
O triunfo da vontade (Alemanha) – Leni Riefenstahl (1935)


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Torrent + Legenda (Pacote com 70 filmes)
PS: "Doce Brasil Holandês": torrent