quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

20 - O preço do afeto (Eyes of an angel) – Estados Unidos (1991)



Direção: Robert Harmon
Bobby é um perdedor. Sem dinheiro, sem trabalho, viúvo e com uma filha para cuidar, ele, agora, quer mudar sua vida. Para isso, espera contar com a ajuda de seu cunhado Cissy, um mau-carater envolvido em todo tipo de contravenções, especialmente lutas entre cães.

Apesar do roteiro banal e uma direção razoável, o filme possui uma trinca que normalmente costuma dar certo: cachorro, criança e John Travolta.
Até agora estou tentando entender qual o real sentido do cachorro na história, a não ser servir de muleta para o desfecho.
Já a atriz mirim, Ellie Raab, está espetacular. Não sei por quê, mas a carreira da garota não decolou.

E John Travolta, novamente sendo o diferencial do filme.

O preço do afeto é um filme tranqüilo, típico de “Cinema em casa”. Bom de se assistir, mas pouco a se extrair.



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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

19 - Susuk (Susuk) – Malásia (2008)



Direção: Naeim Ghalili; Amir Muhammad
É sobre uma Lenda da malásia que diz que as pessoas para ficarem famosas tem que fazer um acordo com a Deusa "Susuk"...uma criatura que aumenta os poderes naturais de cada um... Mas com esse acordo a pessoa não pode passar sobre rios e acaba gostando e comendo carne crua...

A expectativa de ver um filme de terror feito na Malásia se transformou numa grande decepção. Que saudades das duas horas que eu perdi vendo esse filme.



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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

18 - Cowboy do asfalto (Urban Cowboy) – Estados Unidos (1980)



Direção: James Bridges
Bud Davis (Travolta) é operário de uma refinaria do Texas. À noite, troca seu capacete por um chapéu e vai para o Gilley's, o bar mais popular de Houston. É lá que ele conhece a bela dançarina Sissy (Debra Winger), que pensa que Bud é um verdadeiro cowboy. Mas Bud terá a chance de provar isso, quando um perigoso ex-condenado (Scott Glenn) planeja um golpe para roubar o Gilley's e também o coração de Sissy.

Um John Travolta barbudo, bruto e dançando country. Isso já vale o filme!
Acho que Cowboy do asfalto foi uma tentativa frustrada de repetir o sucesso de Grease, filme antecessor de Travolta. Diferente do caráter mais “adolescente” do clássico, Cowboy já traz uma história mais adulta. Ao invés das belas roupinhas colegiais, calhambeques e brilhantinas, o que se tem são chapéus, botas e cultura texana. Tirando essas importantes diferenças, há algo em comum entre os dois filmes.
Ambos tratam do vai e vem amoroso, onde o orgulho, as mentiras e a imaturidade atrapalham o relacionamento. Ambos usam e abusam dos dotes de dançarino de Travolta. E ambos possuem uma estrutura de roteiro básica, com soluções fáceis e que não ousam desagradar o espectador.
Se não encanta tanto quanto Grease, ao menos se vê um filme razoável, com mais uma grandiosa atuação de Travolta, além de sua colega, a grande atriz Debra Winger.


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* A legenda em português (do Brasil) não está sincronizada, no entanto há a opção de legenda de português (de Portugal), que apesar de algumas expressões diferentes não atrapalha a compreensão.

Dual audio:
Original (english)
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Opções de legenda:
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

17 - A última fuga (La dernière fugue) – Luxemburgo/Canadá (2010)



Direção: Léa Pool
Como todo ano, a família Lévesque se reúne para sua tradicional celebraçăo natalina. Mas desta vez o clima é outro: o patriarca está sofrendo de mal de Parkinson e suas recomendaçőes médicas estritas tiram um pouco do brilho da festa. Nos meses que se seguem, a família fica dividida entre seguir as recomendaçőes rígidas do neurologista ou preservar os pequenos prazeres do pai em seus últimos anos de vida.

Um belo filme, de um humanismo comovente.
Uma família desarmônica e um patriarca velho e com Parkinson.
Essa situação traz para o diretor um grande risco: o de exagerar na dose e acabar sendo caricata.
É por isso que Léa Pool merece os parabéns. Com tamanha delicadeza ela conseguiu construir personagens humanos, com um naturalismo fundamental. Quando a cena tendia para o superficial, ela dava uma pitada e o “realismo” dos personagens e da história voltava.
Graças a isso, é que muitos espectadores devem se identificar com diversas passagens, situações, personagens, crises e experiências representadas no filme. São como a gente.
Mas... nada disso funcionaria se não fosse a ESPETACULAR atuação do ator Jacques Godin, tão desconhecido quanto o próprio filme. Seu personagem é de tirar o chapéu e de orgulhar qualquer neto.


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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

16 - Era uma vez no Oeste (C´era una volta il West) – Itália (1968)



Direção: Sergio Leone
Em pleno velho oeste, na disputada e violenta época da corrida do ouro, pistoleiro é contratado para matar um aviúva, herdeira de terras por onde vai passar uma ferrovia. Mas na sua empreitada passa a ser perseguido por um homem que tem contas a ajustar.

Seria redundante elogiar um filme de Sergio Leone – suas obras já são sinônimo de qualidade. Ainda mais esse clássico do cinema, considerados por muitos um dos melhores westerns já realizados.
O cuidado com cada cena é notório. O diretor é uma espécie de artesão, milimétrico, que trata tudo que está enquadrado na tela de forma cuidadosa e até carinhosa.
A fotografia é muito bem trabalhada e as atuações são impecáveis (e inclui aí todo o figurino e caracterização dos personagens) – Henry Fonda, Gabriele Ferzetti e Jason Robards são bastante seguros, Charles Bronson brilha mesmo sem o seu inesquecível bigode e Claudia Cardinale arranca suspiros (em Cardinales bonitas, eu vou!).
A trilha sonora é um diferencial. O filme poderia ser totalmente diferente, caso a trilha fosse executada por outras mãos, que não a de Ennio Morricone – mais redundante ainda elogiar uma trilha de Morricone. É impressionante como essa cara consegue fazer de suas músicas personagens principais dos filmes e diferenciais à obra.
Por conta de seus diversos elementos, Era uma vez no Oeste merece o posto que possui na história do cinema. Além disso, cumpre o seu papel de representar o processo de construção dos Estados Unidos, feito magistralmente por Leone que, na minha opinião, se sobressai ainda mais em Era uma vez na América.
No entanto, devo admitir que ... no Oeste não me envolveu tanto quanto Três homens em conflito que, para mim é o melhor western que eu já vi. Mas, cada dia fico mais feliz por descobrir a curta, porém genial filmografia de Sergio Leone.


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Pacote de legendas:
Legenda em português
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Subtítulos en español

sábado, 16 de fevereiro de 2013

15 - Dupla Implacável (From Paris with love) – EUA (2010)



Direção: Pierre Morel
Em Paris, jovem e determinado funcionário da embaixada americana junta-se a um agente do FBI enviado ao local a fim de conter os sucessivo ataques terroristas na cidade.

A boa e velha ação hollywoodiana, ainda que filmado e produzido na França.
Muito tiro, bazuca, carros explodindo, chineses, drogas, mais tiros, terroristas, perseguição, e por aí vai...
Em compensação, um conteúdo vazio e uma história banal.
E Travolta mostrando boa forma, mesmo com quase 60 anos e não sei quantos quilos...


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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

14 - A fuga da mulher gorila (idem) – Brasil (2009)




Direção: Felipe Bragança; Marina Meliande
Duas irmãs atravessam as estradas do Rio de Janeiro, em uma Kombi, apresentando um espetáculo circense.

O problema de filmes experimentais é que muitas vezes ele agrada mais o seu próprio diretor do que o espectador. A preocupação é muito maior para testar os experimentos e inserir elementos estilísticos, do que tentar criar algo agradável para quem assiste.
É por isso que A fuga da mulher gorila pode ser considerado um bom experimento, mas não necessariamente um filme confortável de se ver. Algumas coisas funcionam, como as canções originais, os capítulos e a sobreposição de imagens; já outras, nem tanto, como o roteiro arrastado e a falta de ritmo.
É um bom experimento, mas um filme fraco.


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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

13 - O menino da bolha de plástico (The boy in the plastic bubble) – EUA (1976)



Direção: Randal Kleiser
A adolescência já não é fácil para um jovem comum, imagine para Tod Lubitch que nasceu com uma deficiência rara no sistema imunológico e foi "condenado" a passar o resto de sua vida dentro de uma bolha de plástico, onde poderia ter um sistema esterelizado e viveria a salvo de bactérias e vírus que para pessoas normais não representam risco, mas para ele, poderia levá-lo à morte.

Um belo filme, estrelado por John Travolta aos 22 anos de idade. Seu primeiro filme como protagonista, um ano antes de estourar com Os embalos de sábado à noite.
A história é emocionante, mas o filme é bobo, simplório, típico de Sessão da Tarde.
Para os fãs de Travolta, como eu, esse filme é indispensável, pois é o primeirão do ator.
Mas, o mais curioso é saber que de fato O menino da bolha de plástico é baseado em uma história real, mais precisamente sobre o garoto David Vetter que sofria de um problema imunológico, sendo obrigado a permanecer em estruturas isoladas. Por conta disso, ele viveu até os 12 anos em ambientes protegidos e dentro de bolhas que garantiam a sua sobrevivência. Certamente uma história de vida impactante, que merecia ser representada no cinema.
Mais detalhes sobre David Vetter, clique aqui.


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Torrent c/ legenda embutida

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

12 - O joelho de Claire (Le genou de Claire) – França (1970)



Direção: Eric Rohmer
Jerome está de férias e visita uma antiga amiga italiana, mãe de duas belas filhas.

Um filme no mínimo curioso.
Mais parece um exercício teatral, com o ator se transformando em seu próprio personagem – seja de verdade, ou só para justificar os seus atos “imorais”.
Não sei se merecia os prêmios que ganhou na época, mas a obra está mais para uma grande brincadeira do seu diretor do que para algo mais pretensioso. Posso estar falando uma grande bobagem, visto que os que amam esse filme realmente o idolatram, enquanto os que não gostaram realmente o detestam. Eu estou no meio termo.
A belíssima fotografia, a sutileza na construção do roteiro, dos personagens e das relações, adicionadas a diálogos bastante agradáveis, resultam em um belo filme. Mas eu não superestimaria ele tanto quanto os seus fãs o fazem (que talvez o façam pela importância da obra e de Eric Rohmer para a Nouvelle Vague).


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Torrent + Legenda

Pacote de legendas:
Legenda em português
English subtitle
Subtítulos en español

* Link removido pelo blogger - disponível via email 366filmesdeaz@gmail.com

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

11 - Selvagens (Savages) – Estados Unidos (2012)



Direção: Oliver Stones
Em Laguna Beach, Califórnia, os amigos Ben e Chon são sócios não só num bem-sucedido negócio de plantio e distribuição de maconha da mais alta qualidade, mas também no amor. Eles dividem a mesma namorada, Ophelia, que acaba sendo sequestrada por traficantes de um poderoso cartel mexicano de drogas. Ben e Chon aceitam o preço do resgate, mas na verdade eles querem colocar em prática um plano alternativo para salvar a moça, emplacar uma vingança e ainda sumir do mapa.

O filme dirigido por Oliver Stone possui um bom hall de atores, como Salma Hayek, Benicio del Toro e, claro, John Travolta!
Seria só mais um filme de ação envolvendo narcotraficantes, se não fosse o toque do diretor.
Logo no seu começo Oliver Stone já insere elementos estilísticos que apresenta os personagens de uma forma atraente, convidando o espectador a permanecer atento. O desenrolar da trama também é feito de forma interessante, ainda que algumas cenas incomodem os mais sensíveis, devido ao grau de violência.
Infelizmente, chega um ponto em que a história cansa, perde o ritmo. O desenvolvimento psicológico de alguns personagens fica um pouco furado, mal feito. No entanto, os momentos finais trazem novamente a mão artística de Oliver Stone, dando um toque original e ousado ao filme.
A sensação é que o diretor tentou dar um formato autoral a uma obra cuja produção segue os padrões hollywoodianos. O resultado foi um filme irregular, com bons e maus momentos, ainda que o resultado final possa ser considerado satisfatório.


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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Top 10 - FEVEREIRO


No dia 18 de fevereiro comemora-se o aniversário de um dos maiores atores da história do cinema: John Travolta. Minha admiração por esse cara surgiu desde a primeira das vinte vezes que eu vi Grease. Entre grandes filmes e outros decadentes, Travolta ocupou seu espaço como uma figura quase folclórica, fazendo a diferença e mantendo o alto nível de suas atuações, independente da qualidade de seus filmes.

É por isso que fevereiro eu dedico a homenageá-lo, trazendo alguns de seus melhores filmes.


Os embalos de sábado à noite (Saturday Night Fever) – Estados Unidos (1977)
Direção: John Badham

 O primeiro estrondoso sucesso de John Travolta, Saturday Night Fever foi um retrato de uma geração, virou febre no mundo inteiro, eternizou o Bee Gees e presenteou o cinema com um personagem histórico: Tony Manero. O filme desperta uma sensação de “nostalgia daquilo não se viveu”, uma vontade de usar aquelas roupas elegantes e detonar na pista de dança das discotecas.




Grease – nos tempos da brilhantina (Grease) – Estados Unidos (1978)
Direção: Randal Kleiser

Outro clássico do cinema, que também faz o espectador querer voltar no tempo. Que vontade de usar aquelas costeletas de Danny Zuco, estudar naquele colégio, envenenar o calhambeque e dançar Summer Nights. Grease é um daqueles filmes que atravessa gerações e faz com qualquer um admirar John Travolta. Da turma da década de 1970, até a nova geração da década atual, quem for ver o filme vai se divertir e passar pelo menos uma semana repetindo “Tell me more, tell me more”. Um dos melhores musicais do cinema, com a apaixonante dupla Olívia Newton-John e John Travolta.


Olha quem está falando (Look Who´s Talking) – EUA (1989)
Direção: Amy Heckerling

Um dos maiores clássicos da Sessão da Tarde. Quem não se apaixonava por aqueles bebês fofinhos!? Hoje em dia pode não ser muito interessante, mas esse filme fez grande sucesso para a geração nascida nos anos 1980, sobretudo a garotada que preenchia suas tardes com filmes como esse. No papel do taxista James Ubriacco, Travolta dá novamente um show, com direito a dancinha e tudo, em uma das cenas.




Pulp Fiction – tempo de violência (Pulp Fiction) – EUA (1994)
Direção: Quentin Tarantino

Aqui Travolta não é mais um exímio dançarino, nem um personagem “fofinho”. Em uma de suas melhores atuações, o ator encarna Vincent Vega, um clássico personagem que, ao lado de Samuel L. Jackson (devidamente trajados), protagonizam uma das maiores duplas do cinema. Em Pulp Fiction Travolta até que dança (em uma seqüência sempre lembrada, com Uma Thurman), mas também mata, cheira, aplica injeção e ainda desfila de bermudinha e rabo de cavalo. Pulp Fiction é um das maiores obras cinematográficas já feitas, que destacou para o mundo um dos mais consagrados diretores atuais: Tarantino.


Fenômeno (Phenomenon) – Estados Unidos (1996)
Direção: Jon Turteltaub

No melhor estilo “Cinema em casa”, do SBT, Fenômeno tem uma história interessante, ainda que o filme não seja lá grandes coisas. Mas é daqueles filmes prazerosos de se ver, que ocupa o ócio, diverte e ainda é capaz de emocionar. Nele, Travolta interpreta George, um mecânico de uma pequena cidade, que sofre um acidente e passa a desenvolver um intenso fluxo cerebral, que o torna um gênio, mas traz algumas conseqüências negativas. Um belo filme, que não é tão marcante na filmografia de Travolta, mas tem o seu valor.



O quarto poder (Mad City) – Estados Unidos (1997)
Direção: Costa-Gavras

Talvez a melhor representação do poder midiático já feito no cinema. Em Mad City, Costa-Gravas desenrola a trama a partir de um acontecimento banal, mas que serve para revelar todas as estratégias de manipulação e exibição da informação e dos fatos, pela grande mídia. Um filme obrigatório para todos os estudantes de Comunicação, sobretudo Jornalismo, e extremamente recomendável para todo e qualquer indivíduo que pretende aguçar seu senso crítico diante das notícias que lhe são colocadas através imprensa e, sobretudo, da televisão. Travolta, interpretando Sam Baily e Dustin Hoffman fazem uma dobradinha espetacular.

Loucos de Amor (She´s so lovely) – França/Estados Unidos (1997)
Direção: Nick Cassavetes

She´s so lovely tem o roteiro assinado por John Cassavetes, dirigido por seu filho, Nick, e brilhantemente interpretado por Sean Pean, Robin Wright Pean e, claro, John Travolta, que interpreta Joey Germoni. Apesar de não ser uma grande obra e pecar pela irregularidade narrativa, o filme dá conta daquilo que se propõe: é neurótico e insano como os seus personagens e sua própria história. Vale à pena ver para curtir o desequilíbrio underground que marca o filme.



A Senha: Swordfish (Swordfish) – Estados Unidos (2001)
Direção: Dominic Sena

A seqüência inicial é impecável. Quem não quiser ver o filme inteiro, pelo menos assista o começo. Certamente deve ter dado orgulho ao diretor, que consegue trabalhar bem o restante do filme. A estética é bastante clichê, no molde padrão de Hollywood, o que não impede o desenvolvimento de uma história interessante, com alguns pontos altos e outros mais razoáveis. Travolta interpreta Gabriel Shear e qualquer elogio à sua atuação é redundante.




Violação de Conduta (Basic) – Estados Unidos (2003)
Direção: John McTiernan

Um prato cheio para quem gosta de ação, um enredo interessante e algumas trocas de tiro. O filme, como um todo, é bom e envolvente. No entanto, o final é o que mais se elogia no filme, sendo surpreendente e deixando o espectador satisfeito. Tem que ser visto com atenção, sem perder os detalhes. Travolta interpretando Hardy é um diferencial para o filme!





Uma canção de amor para Bobby Long (A Love song for Bobby Long) – EUA (2004)
Direção: Shainee Gabel

Um dos melhores últimos filmes de Travolta. Ao lado de Scarlett Johansson, ele protagoniza Bobby Long e contribui para uma obra belíssima, sensível e artística. Apesar de não ter tido muito sucesso nos cinemas dos Estados Unidos, o filme é um dos melhores da carreira de Travolta, onde ele interpreta um personagem com uma forte carga dramática e dotado de sensibilidade. Um belo e emocionante filme!






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Torrent + Legenda (Olha quem está falando)**

* Contém o pacote com todos os torrents de cada um dos 10 filmes e suas respectivas legendas - exceto "Olha quem está falando" que está dublado, e "Loucos de Amor", cuja legenda está em espanhol.

** Agradeço a Antonio Fernando que me enviou o torrent do áudio original e a respectiva legenda de Olha quem está falando. Muitíssimo obrigado!