quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

14 - A fuga da mulher gorila (idem) – Brasil (2009)




Direção: Felipe Bragança; Marina Meliande
Duas irmãs atravessam as estradas do Rio de Janeiro, em uma Kombi, apresentando um espetáculo circense.

O problema de filmes experimentais é que muitas vezes ele agrada mais o seu próprio diretor do que o espectador. A preocupação é muito maior para testar os experimentos e inserir elementos estilísticos, do que tentar criar algo agradável para quem assiste.
É por isso que A fuga da mulher gorila pode ser considerado um bom experimento, mas não necessariamente um filme confortável de se ver. Algumas coisas funcionam, como as canções originais, os capítulos e a sobreposição de imagens; já outras, nem tanto, como o roteiro arrastado e a falta de ritmo.
É um bom experimento, mas um filme fraco.


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2 comentários:

  1. A Monga é uma personagem clássica das atrações mambembes de rua! Uma pena que nem todos os diretores pensem em uma obra cinematográfica voltada para o grande público.

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  2. O experimentalísmo nas artes em geral,quase sempre é chato,pois nem sempre o novo e diferente é também interessante.

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